Caríssimos, o segundo dia dessa viagem por Andalucia é em Sevilha, particularmente a cidade que eu gostei mais.
Antes mesmo de ir ao hostel, o ônibus já parou na Praça Espanha para que fizéssemos uma foto de grupo e aproveitássemos o local por um tempinho. A praça é simplesmente lindíssima, muito grande, ampla, limpa, em cada pedaço do seu perímetro há um quadro de azulejos de uma das províncias espanholas e o dia ensolarado também contribui!
Darling indo se posicionar para a foto de grupo que servirá de futura publicidade para os novos Erasmus que um dia essa viagem farão.
Algumas fotos de diferentes ângulos da praça.
Darling abraçando o fantasma do blazer branco.
O voo da gaivota ligeira – foto que vem se tornando uma marca registrada desse serelepe, flexível, saltador e acrobata menino Cauê.
As paredes com os tais quadros.
Alguns exemplos: Cuenca – como me esqueci de falar, ao chão também é possível encontrar um mapa da comunidade e da província espanhola.
Granada
E como não podia faltar: Valencia
Depois disso, nós demos uma passeada de ônibus por uma avenida onde um dia estiveram diversos consulados das colônias espanholas. Hoje em dia esses prédios são parte da universidade, museus ou continuam sendo consulados. Avenida muito bonita que beira o rio, infelizmente não houve tempo para que caminhássemos por ali.
O próximo destino foi uma esquina em que se encontram, no mesmo lugar, três patrimônios mundiais da humanidade, declarados pela Unesco.
Um deles, um antigo castelo. Outro é um museu onde se encontra o documento do Tratado de Tordesilhas e, por fim, a catedral de Sevilha, em forma de cruz.
Lois e Júlia que mora em Valência, gaúcha de Porto Alegre bá!
Lois tentando me seduzir.
Agora imitando uma japonesinha.
Dentro da catedral – como de praxe – a igreja mostrando toda sua bazófia com inúmeras decorações de ouro e prata roubados diretamente da América – Tá vendo só Mercous, se não fosse a igreja você e o Vi estariam milionários.
Espelho 45º colocado ao chão para que se veja o teto.
Coringão representando.
E chega a hora de subir a torre.
Algumas fotos de cima das 36 rampas.
Descemos e no caminho, algumas fotos pela cidade.
Comemos alguma coisa rapidamente num boteco sujo que havia na esquina do hotel – mas que estava muito bom – porque durante a noite iríamos a um espetáculo de Flamenco.
Dança que transpira emoção, foi muito bonito ver o espetáculo gerado pelo som dos sapateados, castanholas e bengalas em sincronia com o violão e as sentimentais coreografias e expressões faciais.
Voltamos ao hotel, nos arrumamos e partimos para a baladinha, dessa vez um pouco mais longe, todavia mais divertida.
Amanhã entramos no ônibus, mais uma vez, super cedo para que aproveitemos o último dia de viagem em Córdoba, cidade um pouco menor que essas duas primeiras, mas que também tem seu encanto.
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