quarta-feira, 28 de março de 2012

Andalucia III : CÓRDOBA

Caríssimos, último dia de viagem. Pra ser mais rigoroso, último meio-dia de viagem, já que nosso ônibus partiria às 15h00.
A cidade de Córdoba é encantadora, apesar de pequenina.  Tudo que se tem para ver se encontra do outro lado dessa ponte que logo abaixo lhes mostro.





Como uma boa integrante da região de Andalucia, não faltavam construções com influência árabe.






Assim como sua sujeição a hegemonia Bispônica estava estampada abertamente pela cidade.




Basicamente há o castelo e a catedral de Córdoba, monumentos que só visitamos por fora.




Um gostoso cantinho para um café.




Lois tentando me seduzir com óculos escuros.




O mais charmoso mesmo da cidade é sair andando por suas estreitas vielas, tomadas de flores vivas e charme medieval.  Cada esquina que se vira há uma nova visão colorida.













Um dos motivos disso é a candidatura da cidade para capital europeia da cultura em 2016.




Lois apelando para o biquinho da sedução.




Numa das lojinhas espalhadas pela cidade, uma surpresa: o nome da sogrinha da paixão gravado corretamente, evento raro, além da querida mãe do Eminho, dona Irene, também presente no quadro.  Comunidade japonesa dominando Córdoba.




Por fim, eu e a Lois passamos em uma das tradicionais Teterias de Córdoba.
As Teterias são casas que tiveram seu nascimento durante o início do século XIII, quando a Revolução Feminista tomou conta de Córdoba, em 1219 para ser mais preciso.
Como forma de ganhar seu próprio dinheiro e não depender do marido, as independentes mulheres de Córdoba criaram essas casas onde expunham seus seios para apalpamento por certa quantia de dinheiro.
A novidade veio do fato de que elas não mostravam seus rostos, tudo era feito de forma anônima, tanto para elas quanto para eles.
Isso gerava curiosidade por parte do público masculino – algumas vezes até mesmo feminino – e uma boa renda para as “teteiras”, como eram chamadas. A profissão também lhes permitia manter uma vida tranquila e digna, sem o status de prostituta.
Hoje muito encarecido por causa da fama, em algumas Teterias se chega a pagar 20€ por um simples apalpamento de seios.
Como eu e a Lois estávamos querendo desfrutar da cultura local, mas ao mesmo tempo não gastar muito dinheiro, repartimos uma teteira em dois e cada um se ateve ao seu seio. Experiência interessante e que recomendo.


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Assim foi o desfecho com chave de ouro da nossa viagem por Andalucia.
O final de semana que vem se iniciam as Fallas em Valencia. Pelos burburinhos que rondam as vielas valencianas desde que chegamos aqui em Agosto, essa tradicional festividade promete boas recordações! 

Andalucia II : SEVILHA

Caríssimos, o segundo dia dessa viagem por Andalucia é em Sevilha, particularmente a cidade que eu gostei mais.
Antes mesmo de ir ao hostel, o ônibus já parou na Praça Espanha para que fizéssemos uma foto de grupo e aproveitássemos o local por um tempinho. A praça é simplesmente lindíssima, muito grande, ampla, limpa, em cada pedaço do seu perímetro há um quadro de azulejos de uma das províncias espanholas e o dia ensolarado também contribui!






Darling indo se posicionar para a foto de grupo que servirá de futura publicidade para os novos Erasmus que um dia essa viagem farão. 




Algumas fotos de diferentes ângulos da praça.







Darling abraçando o fantasma do blazer branco.





O voo da gaivota ligeira – foto que vem se tornando uma marca registrada desse serelepe, flexível, saltador e acrobata menino Cauê.




As paredes com os tais quadros.



Alguns exemplos: Cuenca – como me esqueci de falar, ao chão também é possível encontrar um mapa da comunidade e da província espanhola.




Granada




E como não podia faltar: Valencia





Depois disso, nós demos uma passeada de ônibus por uma avenida onde um dia estiveram diversos consulados das colônias espanholas. Hoje em dia esses prédios são parte da universidade, museus ou continuam sendo consulados. Avenida muito bonita que beira o rio, infelizmente não houve tempo para que caminhássemos por ali.
O próximo destino foi uma esquina em que se encontram, no mesmo lugar, três patrimônios mundiais da humanidade, declarados pela Unesco.
Um deles, um antigo castelo. Outro é um museu onde se encontra o documento do Tratado de Tordesilhas e, por fim, a catedral de Sevilha, em forma de cruz.










Lois e Júlia que mora em Valência, gaúcha de Porto Alegre bá!




Lois tentando me seduzir.




Agora imitando uma japonesinha.




Dentro da catedral – como de praxe – a igreja mostrando toda sua bazófia com inúmeras decorações de ouro e prata roubados diretamente da América – Tá vendo só Mercous, se não fosse a igreja você e o Vi estariam milionários.






Espelho 45º colocado ao chão para que se veja o teto.




Coringão representando.




E chega a hora de subir a torre.




Algumas fotos de cima das 36 rampas.








Descemos e no caminho, algumas fotos pela cidade.






Comemos alguma coisa rapidamente num boteco sujo que havia na esquina do hotel – mas que estava muito bom – porque durante a noite iríamos a um espetáculo de Flamenco.
Dança que transpira emoção, foi muito bonito ver o espetáculo gerado pelo som dos sapateados, castanholas e bengalas em sincronia com o violão e as sentimentais coreografias e expressões faciais.







Voltamos ao hotel, nos arrumamos e partimos para a baladinha, dessa vez um pouco mais longe, todavia mais divertida.
Amanhã entramos no ônibus, mais uma vez, super cedo para que aproveitemos o último dia de viagem em Córdoba, cidade um pouco menor que essas duas primeiras, mas que também tem seu encanto.