Caríssimos, nossa chegada em Amsterdan aconteceu na véspera de ano novo por volta das 17h00, depois de 9h num delicioso ônibus que partiu de Paris.
Nós sabíamos que tudo seria muito corrido e, numa atitude muito astuta, nosso grupo se precaveu e compramos nossas bebidas ainda em Paris.
Na chegada fomos surpreendidos por um motorista de Tram que falava inglês muito melhor que nós todos. Depois fomos perceber que isso é normal por lá, mesmo em supermercados ou nas ruas, todos falam fluentemente inglês, creio que até mesmo melhor que na Alemanha.
Nosso hostel estava muito próximo da Praça onde aconteceria o show de ano novo. Com as constantes chuvas, havia um pouco de lama na grama, mas nada que fosse impedir nosso divertimento, correto?
Nosso quarto tinha banheiro e 8 camas, perfeito para nosso grupo de 8 jovens serelepes.
Numa ligeira passagem pelo mercado, compramos uma de minhas mais deliciosas e sem dúvida inesquecíveis ceias: um Pack de 3 pizzas margueritas que pareciam borracha, mas que depois viríamos a descobrir quão gostosas elas eram.
Um Pack de um tal de Frikandellen, um salsicha que, com todo respeito, tem a aparência de um belo cocô.
Confesso que ela era horrível, mas se feita em condições ideais – frita e não no microondas – e com um toque de uma boa mostarda, creio que deve ser gostosa.
Por fim os Beef Croquettes, de longe o campeão da noite, simplesmente não atingiu o nível de comível – também feito no microondas.
Mas mesmo assim nós tínhamos comprado uma boa Vodka Absolut para compensar as comidas tão ruins – e para o Jabaco, uma deliciosa Smirnoff Ice.
Começamos a beber um pouco no hostel, junto com um pessoal que também estava hospedado por lá, já que a praça só iria abrir e começar o show por volta das 21h se não me falha a memória.
Então seguimos todos felizes para nosso tão esperado ano novo em Amsterdan!
A felicidade tomou conta de mim naquele momento e comecei uma brincadeira que aliava meus amiguinhos e a lama da praça. Acho que as fotos a seguir descrevem a grande farra que estávamos fazendo!
A foto a seguir exibe um pouco da lama que estava em mim.
Já que estamos sujos mesmo: momento peixinho!
Isso se deu antes dos fogos, então a próxima foto é uma cena que eu não participei porque estava caminhando sozinho pela cidade, perdido, tentando encontrar nosso hostel.
Já quase ia me esquecendo desse pelo advento da cultura holandesa, os banheiros públicos, muito eficientes.
O dia 01/01 foi tirado para uma caminhada sem rumo pela cidade, já que basicamente todas as atrações estavam fechadas.
Cunhados
Carro sendo abastecido por energia elétrica.
Jabuto agredindo minha pessoa.
No dia 02/01 os planos já eram diferentes, tínhamos os museus da Heineken e a casa da Anne Frank como metas a serem cumpridas.
Os únicos 4 elementos que compõem a cerveja Heineken, sendo um deles o segredo “A” Yeast!
Sala com garrafas na parede e show de luzes, muito legal.
Naka representando o Coringão numa entrevista coletiva na sala de imprensa.
Derek animando a galera da pista, tocando um DJ Hero.
Naka e Laís numa tentativa ridícula de dançar com a bandinha ao fundo e um moinho.
Por fim, a consagração, 2 chopps excelentemente tirados e a felicidade da galera!
No bar, porta-copos que se moviam conforme o movimento da sua cerveja.
O dia continuou e rumamos em direção à casa da Anne Frank.
Não foi possível tirar fotos lá dentro.
Para quem não sabe do que estou falando, um breve parágrafo da Wikipedia para esclarecer as coisas:
“Annelisse Maria Frank, mais conhecida como Anne Frank, foi uma adolescente alemã de origem judaica, vítima do holocausto, que morreu aos quinze anos de idade num campo de concentração. Ela se tornou mundialmente famosa com a publicação póstuma de seu diário, no qual escrevia as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição aos judeus dos Países Baixos”
Essa casa que visitamos é justamente onde eles se escondiam, uma energia bem pesada habita aquele lugar.
Eu sei que vocês devem estar se perguntando: e o Red Light District?
É proibido e bem perigoso tirar fotos por lá, então apenas uma foto com uma visão geral da coisa:
Dentro dessas vielas há inúmeros quartos onde as prostitutas realizam seu milenar labuto. As portas dos quartos são de vidro e a única coisa que separa a visão entre a rua e a cama é uma cortina que, quando fechada, sinaliza que está indisponível.
Também nesse bairro chamado Red Light District, há inúmeros cofffee shops, algo parecido com um Pub, mas onde se é legalizado o consumo de maconha e rachiche.
Em uma das noites também fizemos um Pub Crawl por esse bairro.
Como desfecho, algumas fotos um pouco comprometedoras, mas que eu gostaria de deixar registrado aqui porque estão muito engraçadas e um dia quero olhar para trás e poder rir novamente delas.
Amanhã cedinho estaremos em um trem com destino a Berlin! Fui!























Viajou!!!!!
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