terça-feira, 20 de março de 2012

Palermo: o retorno!

Caríssimos, estou de volta a Palermo!
Com um pequeno desencontro com a Darling na hora da chegada, o primeiro conhecido a abraçar foi o Léo!
Na minha chegada, uma surpresa, os serelepes brasileiros palermitanos me esperavam com um delicioso hambúrguer caseiro, feito com carne moída sem soja e maionese verde! Sensacional.
Na foto temos: One, Rasa, Daiga, Stephano, Léo, Bá e Lindinha!





Eu diria que esse retorno a Palermo foi recheado de festas, mas também atividades culturais e gastronômicas.
No dia seguinte: orquestra sinfônica no Politeamo.




Pessoal elegante.




Teatro começando a encher e a orquestra se arrumando para que começasse o espetáculo.






Confesso que não reconheci nenhuma música que foi tocada, mas mesmo assim foi muito legal, principalmente a parte em que entrou a violonista solo, segundo o panfleto, meio que uma prodígia da música, super nova e talentosa – me lembrou do filme O Concerto, muito bom, recomendo.




Depois, como em quase todas as noites, ir se juntar aos amigos na Piazza Garafelo, ou então Vucheria, para tomar cerveja e um pouco de sambuka! 




Por coincidência, os pais do Stéphano chegaram na mesma época que eu e logo prepararam um strogonoff pra galera toda, uma farra linda de ser ver!




Para que não conhece, esse é o Stéphano:




Sua mãe:




Seu pai – o mais comédia de todos, chamando todas as meninas por suas nacionalidades erradas. Russa, ucraniana, polaca ... tudo menos o correto! Além de conversar em português com todo mundo e assumir que estavam entendendo, figuraça!




A atividade cultural continuou e fui com a Darling na ópera desta vez: A Dominação de Fausto.
O espetáculo se passou no Teatro Máximo, maior teatro da Itália e terceiro maior da Europa. 






Cantado em francês e com legendas em italiano, não havia muito o que fazer para que eu pudesse entender, simplesmente imaginei e supus o que me parecia conveniente e engraçado!





Fazendo um bico de homem da luz enquanto o parceiro ia esvaziar o tanque.





Algumas imagens da peça em si, uma superprodução, com diversos efeitos que deixam qualquer um boquiaberto meu!!!












Como se pode ver, o próprio teatro já é uma coisa que se vale a pena ir para conhecer.
Agora chegou a vez de ir visitar a Catedrale, ponto turístico que ficou faltando eu conhecer da primeira vez que ali estive. 





Com um bem sucedido hambúrguer caseiro, por que não arriscar uma coxinha?




Deliciosa, olha a felicidade do menino!




Mais uma vez, uma bela farra na cozinha da Darling, com uma convidada extra dessa vez, a Sabine, a mais loira da foto, alemã e gente boa também.




Camiseta propícia para a ocasião.





A madrugada foi chegando e o olho fechando, todo mundo estufado de coxinha e uma bela sequência de fotos do nosso querido Léo Max, lutando contra suas pálpebras!






Daiga lançando um olhar 43.




Rasa sujeita ao experimento de que o ovo, quando apertado em suas extremidades superior e inferior, suporta uma carga de aproximadamente 870kg.




Os dias também foram de ver filminhos aconchegantemente no quarto gigantesco da Lindinha. Fazia frio e muitas vezes uma garoa, condições ideais para essa prática.
Ir a Palermo e não comer nenhuma Arancina seria muita falta de nostalgia. Assim, mesmo sabendo a bomba calórica que é esse salgado, comemos uma de carne cada um.




Um dos dias foi aniversário da Daiga e celebramos com uma boa comida Letonesa. Infelizmente não houve registros desse evento.
Véspera de partir, resolvemos passear pelo Monte Pelegrino e ali fazer um piquenique. Fomos eu, Darling, Daiga e Anete, amiga da Daiga que veio para seu aniversário.




















Eu mostrando para as meninas algumas cabras que estavam comendo frutos em cima de uma árvore.




Depois de se alimentarem, as cabras desceram as árvores com incrível habilidade e saíram caminhando tranquilamente pelo pasto.





Começou a esfriar e a hora de partir chegou.




Minha história por Palermo parou por aí e tem previsão de continuidade somente em Julho, juntos com nossos pais lindos, fofos, amáveis e doces, numa bela excursão pela Europa que com eles faremos, onde muita farra, divertimento e aventura estão previstos!
A volta a Valencia não era direta e uma escala em Milão de aproximadamente 5 horas se fazia necessária.
Durante o voo Palermo – Milão eu me flagrei diversas vezes pensando no que fazer durante esse tempo todo, todas as ideias pareciam muito entediantes.
Logo ao sair do avião, todos meus problemas foram resolvidos: havia neve ao chão!!!
Sim, meus olhos puderam ver pela primeira vez neve ao vivo, assim como minhas mãos puderam tocar. O divertimento estava garantido e eu parecia um louco no estacionamento do aeroporto, colocando a máquina em diversas posições diferentes, com o temporizador, e tirando fotos, ninguém entendia muito bem o que estava acontecendo.